Vygotsky: Um Olhar Sócio-Interacionista do Desenvolvimento da Língua
Escrita
Autora:
Muriel Lemes Moreira Resende
RESUMO:
As idéias de Vygotsky acerca do desenvolvimento da linguagem
escrita são bastante contemporâneas e estão estritamente
ligadas às questões centrais de sua teoria. A linguagem
escrita, assim como outras formas de linguagem, é construída
socialmente, através da interação dos sujeitos entre
si e com o mundo, em um processo contínuo. Vygotsky afirma que
a escrita é um sistema de representação simbólica
da realidade, a qual medeia a relação dos homens com o mundo.
Para ele, a escrita vai além da dominação da grafia
das palavras, ela é um produto cultural construído historicamente,
e para adquiri-la a criança passa por um processo bastante complexo,
o qual , ao contrário do que acreditamos, inicia-se muito antes
da criança ingressar-se na escola. Dentro da perspectiva Vygotskyana,
pode-se dizer que alfabetizar é mais que aprender a grafia das
palavras. Aprender a escrever é construir nova inserção
cultural, é aprender uma forma de interagir com o meio sob o qual
está inserido. O presente estudo visa analisar como, segundo os
estudos de Lev Semenovich Vygotsky, se desenvolve o processo de aquisição
da linguagem escrita pela criança, assim como os fatores que influenciam
e determinam esse processo.
Falar
sobre o desenvolvimento da escrita não é tarefa muito fácil,
principalmente se esta for analisada de acordo com a teoria desenvolvida
por um autor com estudos tão complexos como Vygotsky. Outro fator
que acreditamos dificultar nosso trabalho, é o fato deste não
ter sido um tema bastante explorado pelo presente autor em seus textos
escritos.
O presente estudo, a partir da pesquisa bibliográfica realizada
no contexto da disciplina de Didática e Metodologia da Língua
Portuguesa e Literatura Brasileira na Educação Infantil
e Séries Iniciais do Ensino Fundamental, visa analisar como, segundo
os estudos de Lev Semenovich Vygotsky, se desenvolve o processo de aquisição
da linguagem escrita pela criança, assim como os fatores que influem
e determinam esse processo.
Para a realização do presente trabalho, utilizou-se os estudos
teóricos de Daniels (2003); Góes e Smolka (1992); Lúria
(1988); Moll (1996); Nunes (1992); Oliveira (1997); Padilha (1997); Rego
(1995); e Vygotsky (1998, 1987), no sentido de subsidiar o entendimento
do processo de aquisição da linguagem escrita pela criança,
segundo Vygotsky.
Para elucidarmos este processo de aprendizagem da língua escrita
pela criança, fez-se necessário a apresentação
do processo de aprendizagem, ou seja, como a criança aprende, de
acordo com a concepção Vygotskyana.
A aprendizagem é um fenômeno extremamente complexo, o qual
envolve aspectos cognitivos, emocionais, orgânicos, psicossociais
e culturais. Ela é resultante do desenvolvimento de aptidões
de conhecimentos, bem como da transferência destes para uma nova
situação.
Vygotsky, a partir de seus estudos, postulou a concepção
sócio-interacionista, a qual concebe que o homem constitui-se através
de sua interação com o meio em que está inserido.
Nesse sentido, segundo Rego (1995), as características de cada
indivíduo são construídas através de trocas
recíprocas entre este e o meio, sendo que cada aspecto influi sobre
o outro.
Contudo, cabe ressaltar que esta interação é dialética,
e não uma somatória de aspectos biológicos inatos
e adquiridos. Usaremos as palavras de Rego (1995) para elucidarmos esse
processo. “Nesse processo, o indivíduo ao mesmo tempo em
que internaliza as formas culturais, as transforma e intervém em
seu meio. É, portanto na relação dialética
com o mundo que o sujeito se constitui e se liberta” (REGO, 1995,
p. 94). Nessa perspectiva, o processo de aprendizagem, assim como os vários
processos constitutivos do homem, serão desencadeados a partir
das relações de troca que o sujeito estabelece com o meio,
ou seja, da interação dialética entre ele e o meio
que está inserido.
Vygotsky toma como temas centrais de sua obra o desenvolvimento humano
e o aprendizado, assim como as relações entre esses dois
processos.
Em sua teoria, ao falar da aprendizagem, Vygotsky, sempre se remete ao
desenvolvimento, pois o mesmo considera que esses são dois processos
que estão intimamente relacionados, sendo impossível dissocia-los.
Ao tratar de desenvolvimento e aprendizagem, podemos apontar três
grandes postulados teóricos, os quais Vygotsky critica. O primeiro,
visão maturacionista, afirma que o desenvolvimento é pré-requisito
para a aprendizagem, ou seja, o desenvolvimento precede a aprendizagem;
o segundo, behaviorismo, postula que o aprendizado é desenvolvimento;
e por fim, a teoria da Gestalt, segundo o qual o desenvolvimento depende
do aprendizado. Nesse âmbito, Padilha (1997) afirma que, para Vygotsky,
estes processos não são iguais e nem um está subordinada
ao outro, ao contrário, eles constituem-se reciprocamente.
Para Rego (1995), o aprendizado é um aspecto necessário
e fundamental no processo de desenvolvimento. Tendo em vista que, o desenvolvimento
pleno do ser humano depende do aprendizado que realiza num determinado
meio, a partir da interação com ele.
Desde sua gênese, o aprendizado da criança está relacionado
ao seu desenvolvimento. Kohl (1987) afirma que:
Existe um percurso de desenvolvimento, e em parte definido pelo processo de maturação do organismo individual, pertencente à espécie humana, mas é o aprendizado que possibilita o despertar de processos internos de desenvolvimento que, não fosse o contato do indivíduo com certo ambiente cultural, não ocorreriam. (KOHL, 1987, p. 56)
Dessa
forma, podemos afirmar que o aprendizado garante o desenvolvimento. Porém,
essa é uma relação muito complexa, a qual sem a discussão
dos dois níveis de desenvolvimento, postulados por Vygotsky, seria
difícil elucidar esta questão. Esse teórico define
a existência de dois níveis de desenvolvimento, o Nível
de Desenvolvimento Real e o Nível de Desenvolvimento Potencial.
Segundo Rego (1995), o Nível de Desenvolvimento Real pode ser concebido
como aquele referente às conquistas já efetivadas, já
consolidadas. Este nível corresponde àquelas tarefas e atividades
que a criança já é capaz de fazer sozinha, sem a
ajuda de ninguém, de modo independente, isto por que ela já
as domina, tendo em vista que “o nível de desenvolvimento
das funções mentais da criança que se estabeleceram
como resultado de certos ciclos de desenvolvimento foram já completados”
(VYGOTSKY, 1998, p. 111).
Nessa perspectiva, essas funções as crianças já
conhecem, conseqüentemente, elas já as aprenderam, tendo em
vista que as mesmas mantêm seu domínio sobre essas funções,
e nessa etapa seu desenvolvimento já foi consolidado.
Contudo, existem funções que as crianças são
capazes de fazer, porém não sem o auxílio de outro
indivíduo. Este Vygotsky deu o nome de Nível de Desenvolvimento
Potencial, estas são funções que ainda não
amadureceram, ou seja, a criança não tem pleno domínio
sobre elas, o que dizemos que ela ainda está aprendendo.
E, para entendermos adequadamente o desenvolvimento, devemos considerar
os dois níveis de Desenvolvimento, os quais compõe um só
processo. A distância entre o Nível de Desenvolvimento Real
e o Nível de Desenvolvimento Potencial, Vygotsky chamou de Zona
de Desenvolvimento Proximal (ZDP).
Ela é a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes. (VYGOTSKY, 1998, p. 112).
O
aprendizado ocorre na ZDP, pois é aí, em interação
com outras pessoas, que a criança vai entrar em contato com coisas
que ela desconhece, ao passo que ela, nessa dinâmica é capaz
de colocar em movimento várias coisas, as quais, sem a ajuda do
outro, seria impossível de ocorrer. Por isso “Vygotsky insiste
em dizer que o aprendizado humano supõe e depende da penetração
das crianças na vida intelectual das pessoas que as cercam”
(PADILHA 1997. p. 103). Isto é, para aprender os sujeitos dependem
de outras pessoas, dependem do conhecimento que essas já possuem,
pois são elas que irão apresentar a esses sujeitos o que
eles desconhecem.
Aqui, os processos estão em estado de formação começando
a se desenvolver e a criança necessita do contato com outra pessoa
para que esta lhe ensine aquilo que ela não sabe, mas que está
aprendendo. Podemos agora notar a importância desse momento e o
papel fundamental que desempenha quem está ajudando a criança.
Esse é seu momento de aprendizagem, logo ele tem que ser motivador
e favorável, assim como quem “ensina” deve ter paciência
e afeto para com quem está aprendendo, para que a aprendizagem
seja significativa e satisfatória e o ciclo de desenvolvimento
seja completado. Sabendo que o processo de aprendizagem se dá através
da relação que o sujeito estabelece com o meio em que este
está inserido, ele deve ser instigante e propício ao desenvolvimento
desse processo. Sendo o professor o responsável em criar este ambiente.
Em linhas gerais, seguindo as idéias de Kohl (1987), a ZPD é
o caminho que o indivíduo vai percorrer para desenvolver funções
que estão em processo de amadurecimento e que se tornarão
funções consolidadas, estabelecidas no seu nível
de desenvolvimento real.
Sendo assim, ela está em constante transformação,
pois o que a criança faz hoje somente com a ajuda de alguém,
amanhã ela conseguirá fazer sozinha.
Já no início de seus textos que discutem a interação
entre o desenvolvimento e aprendizagem, Vygotsky, afirma que o aprendizado
da criança se inicia antes mesmo dessa ingressar-se na escola,
o que refere-se também ao próprio processo de aprendizagem
da língua escrita.
Em seus estudos, o teórico abordado, concebe a que a escrita vai
além da dominação da grafia das palavras, ela é
um produto cultural, construído historicamente, e para adquiri-la
a criança passa por um processo bastante complexo.
Durante os primeiros anos de seu desenvolvimento, antes de atingir a idade escolar, a criança já aprendeu e assimilou um certo número de técnicas que prepara o caminho para a escrita, técnicas que a capacitam e que tornaram incomensuravelmente mais fácil aprender o conceito e a técnica da escrita. (LURIA, 1988, p. 143-145).
Na
escola o processo da escrita consiste em um ato mecânico, concentrando-se
inteiramente na reprodução das letras, ocorre que “ensina-se
às crianças a desenhar letras e construir palavras com elas,
mas não se ensina a linguagem escrita” (VYGOTSKY, 1998, p.139).
Este passa a ser um treinamento artificial, no qual ignora-se os aspectos
psíquicos da criança, considerando o processo de alfabetização
apenas como aquisição de habilidade motora, enquanto que
ao contrário do que acreditam alfabetizar é mais que aprender
a grafia das palavras. Aprender a escrever é construir nova inserção
cultural, é aprender uma forma de interagir com o meio sob o qual
está inserido.
Quando o aluno entra na escola, ele já possui um conhecimento prévio,
já traz para a escola uma bagagem de conhecimentos que ele adquiriu
no decorrer de sua vida. Por exemplo, quando a criança assimila
o nome de qualquer objeto, um conceito, uma cor, ele já está
aprendendo.
No entanto, não se pode ignorar de fato o importante papel da escola
no processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança, afinal
a escola oferece elementos novos para o aprendizado da criança,
quando o professor trabalha na Zona de Desenvolvimento Proximal do aluno.
Kohl (1987), afirma que o processo ensino-aprendizado deve partir daquilo
que as crianças já sabem (ZDR) e chegar aos objetivos estabelecidos
pela escola, atingindo as etapas não consolidadas (ZDP). Quanto
ao papel do professor, ele deve intervir de modo significativo, nas atividades
que a criança na consegue desenvolver sozinha, no sentido de auxiliá-las.
Cabe ressaltar, que isso não quer dizer uma intervenção
diretiva, onde tudo é controlado e determinado pelo professor.
Kohl (1987), faz uma relevante consideração desse aspecto,
com o intuito de evitar uma interpretação distorcida da
posição de Vygotsky quanto ao papel do professor. Segundo
ela,
Embora Vygotsky enfatize o papel da intervenção no desenvolvimento, seu objetivo é trabalhar com a importância do meio cultural e das relações entre os indivíduos na definição de um percurso de desenvolvimento da pessoa humana, e não propor uma pedagogia diretiva, autoritária. (KOHL, 1987, p. 63).
Essa
questão nem possui sentido frente à teoria Vygotskyana,
afinal esta deixa bem explícita a idéia de reelaboração
e reconstrução, por parte dos indivíduos, dos significados
que lhe são transmitidos pelo meio, o qual o indivíduo convive.
Outro aspecto importante que podemos destacar como permitido e propiciado
pela escola é a interação entre as crianças,
o qual é de suma relevância para o desenvolvimento das mesmas,
tendo em vista que é a partir da interação com o
meio e com outras pessoas que ela aprende.
De modo geral, podemos dizer, embasados na teoria de Vygotsky, que o indivíduo
aprende a todo lugar e a todo momento, dentro da escola e fora dela, inclusive
nas situações informais.
Contudo, é a interação que o indivíduo estabelece
com o meio que pode ser considerada promotora do aprendizado. Aprendizado
este que movimenta o processo de desenvolvimento do sujeito.
Nessa perspectiva, o processo de aprendizado, juntamente com o processo
de desenvolvimento, constituem o ser humano, através das relações
diretas e indiretas mantidas pelos indivíduos no meio em que vivem.
De acordo com Kohl (1987), a linguagem escrita, assim como outras formas
de linguagem, é construída socialmente, através da
interação dos sujeitos entre si e com o mundo, em um processo
contínuo.
Nesse sentido, Vygotsky afirma que a escrita é um sistema de representação
simbólica da realidade, a qual medeia a relação dos
homens com o mundo. Para ele a escrita é um processo histórico,
por isso devemos entender o processo de escrita em sua gênese, antes
da criança ingressar na escola e submeter-se ao ensino sistemático
da linguagem escrita, entendendo o caminho que ela percorre para aprender
a ler e a escrever.
A primeira tarefa de uma investigação científica é revelar essa pré-história da linguagem escrita; mostrar o que leva as crianças a escrever; mostrar os pontos importantes pelos quais passa esse desenvolvimento pré-histórico e qual a sua relação com o aprendizado escolar. (VYGOTSKY, 1998, P. 141).
Rego
(1995) nos diz que o aprendizado da escrita, esse produto cultural construído
ao longo da história da humanidade, é entendido por Vygotsky
como um processo bastante complexo. A complexidade deste reside no fato
de a escrita ser um sistema de representação da realidade
bastante sofisticado, sistema este que se “constitui num simbolismo
de segunda ordem que, gradualmente, torna-se um simbolismo direto”
(VYGOTSKY, 1998, p.140). Isso quer dizer que, enquanto símbolos
de segunda ordem eles designam sons e palavras da linguagem falada, gradualmente,
a linguagem falada desaparece, e a linguagem escrita torna-se um simbolismo
direto.
Nessa perspectiva, Vygotsky diz que “a compreensão da linguagem
escrita é efetuada, primeiramente, através da linguagem
falada” (VYGOTSKY, 1998, p.154), ou seja, para compreender a linguagem
escrita, primeiro, deve-se compreender a linguagem falada. Isso porque,
o desenvolvimento da linguagem escrita nas crianças se dá
a partir do momento que a mesma percebe que além de coisas ela
pode também desenhar a fala, ou seja, ela começa a escrever
quando ela percebe que a escrita é a representação,
o desenho, da fala, e que ela pode desenhar essa fala. “E foi essa
descoberta, e somente ela, que levou a humanidade ao brilhante método
da escrita por letras e frases” (VYGOTSKY, 1998, p. 153).
Vygotsky, juntamente com seus colaboradores, formula um projeto de pesquisa
cujo assunto central era a compreensão dos processos mentais humanos.
Dentro de seu projeto foi Luria que, de forma sistemática, estudou
a gênese da linguagem escrita na criança, recriando experimentalmente
o processo de simbolização na escrita.
Primeiramente, Luria aplicou o seguinte experimento à crianças
que não sabiam escrever. Pediu-lhes que escrevessem seis frases
que seriam ditas e que as mesmas não as esquecessem, é claro
que excedia em muito a capacidade de memória dessas crianças.
Posteriormente, davam-lhes uma folha de papel pedindo-lhes que grafassem
ou representassem de alguma maneira as frases apresentadas.
A princípio, Luria observou que as crianças de 3,4 e 5 anos
de idade, ainda eram incapazes de encarar a escrita como um instrumento,
não possuía nenhum significado, sendo este um ato externo
à criança, os rabiscos não passavam de uma brincadeira.
Nessa perspectiva, Luria afirma que “nesse estágio de desenvolvimento,
na realidade ainda não constituem uma escrita ou mesmo um auxílio
gráfico, mas apenas desenhos no papel” (LURIA, 1988, p.156).
A primeira forma de escrita para Luria, é quando a criança
faz uso, mesmo que de rabiscos, os quais não são diferenciados
pela sua forma externa, de mecanismos gráficos como um signo auxiliar
da memória, “nele vemos, pela primeira vez, os elementos
psicológicos de onde a escrita tirará forma” (LURIA
1988. p. 158). Por isso Luria afirma que a memória é a precursora
da verdadeira escrita.
Após essa etapa, os traços e rabiscos são substituídos
por figuras e desenhos, os quais, posteriormente darão lugar aos
signos. É claro que todo esse processo envolve uma seqüência
de aspectos, os quais são formados pela interação
da criança com o meio sociocultural, assim como influenciados por
ele. “Nesta seqüência de acontecimentos está todo
o caminho do desenvolvimento da escrita, tanto na história da civilização
como no desenvolvimento da criança” (LURIA, 1988, p. 161).
Através de seu experimento, foi possível a Luria descrever
o momento em que se dá exatamente a aquisição da
linguagem escrita pela criança, este momento é quando ela
percebe, como já foi citado anteriormente, que além de objetos
ela é capaz de desenhar a fala, mesmo que através de rabiscos.
“O desenvolvimento da linguagem escrita nas crianças se dá,
conforme já foi descrito, pelo deslocamento do desenho de coisas
para o desenho de palavras” (VYGOTSKY, 1998, p. 153). Contudo, esse
processo não é contínuo, ele não se desenvolve
em linha reta, como qualquer outra função, o desenvolvimento
da escrita depende das relações psicológicas, culturais,
sociais, econômicas e políticas.
Então, cabe ao educador buscar conhecer seus alunos, analisar o
meio em que eles estão inseridos, as relações que
eles estabelecem com esse meio, bem como considerar o conhecimento que
esses alunos já carregam e construíram antes de ingressar
na escola.
É importante também que o processo de alfabetizar, seja
desenvolvido em um ambiente motivador, e que os educadores repesem sua
concepção e modo de alfabetizar, não o concebendo
apenas como representação pura e simples de letras, dominação
do código e decifração do mesmo. Acima de tudo, deve-se
alfabetizar letrando, ensinando os indivíduos a ler e a escrever
no contexto das práticas sociais.
Muito interresante seu blog Profª Rosangela! Por favor acesse o meu blog também o endereço é reisam.blogspot.com.br
ResponderExcluirOi Rosângela!!! Quando eu a conheci tive a impressão que você era muuuito séria. Quando li a matéria que você publicou tive a certeza, você é muuuuuuuuuuuito séria. Parabéns!!! Seu blog ficou legal.
ResponderExcluirQuando vejo você e seu filho penso assim: ela deve ser perfeita como mãe pois aprendeu bastante na pedagogia. Felicidades a você e sua família.
Ei! Me faça uma visita: professoracharliebrown.blogspot.com. Beijos.
OLÁ Profª Charlie Brown, NÃO TÃO SÉRIA O QUANTO IMAGINA GOSTO MUITO DE BRINCADEIRAS. E QUANTO A MÃE PERFEITA NÃO ME CONSIDERO MUITO, POIS A TEORIA AJUDA MAS A PRÁTICA........RSRSRS,FALHAMOS UM POUCO.
ExcluirOBRIGADA PELA VISITA.
ABÇOS